Autodesculpa e mediocridade
"Não gosto de exigir muito dos meus filhos" - dizia-me uma mãe com quem eu conversava sobre o percurso sinuoso de um dos filhos.
"Conformo-me desde que não reprove, mesmo que tenha sido aos trambolhões. Nem eu nem eles somos perfeitos. Somos simplesmente humanos. Não lhes quero amargurar a vida..."
Bem, de acordo! Mas... pergunto eu, por que equiparar isso de amargurar a vida com o ter ideais elevados? Porque será que perante qualquer falha nossa ou mesmo de outros - mas sobretudo nossa - justificamos de imediato dizendo que errar é humano?
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