Gabriel

O Gabriel morreu num dia da semana passada. Saiu de casa de manhã, para o trabalho, e já não voltou. O seu coração, mesmo sendo do tamanho do mundo, falhou irremediavelmente.

Directo e discreto, como sempre, sem querer incomodar, limitando-se, quando se sentiu mal, a pedir “uma cadeirinha”, que já nem chegou a utilizar.

Quem era o Gabriel? - perguntarão.

 

 

 

 

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