Chegar a tempo

«Nunca pensei em ter um conversa séria com o meu pai» , diz lamentando um rapaz de dezassete anos.

«Eu gosto dos meus pais porque são meus pais, não porque o mereçam», diz com tristeza uma rapariga de catorze.

«Sinto-me incapaz de entender os meus filhos», assegura com consternamento uma mãe de família.

«Passei a vida a trabalhar com um louco, e agora vejo que sacrifiquei a minha família e que não tenho um só amigo de verdade», confessa com desolação um brilhante executivo com um casamento em ruptura.

«Estamos casados há doze anos e de há dez anos para cá vivemos como dois desconhecidos», afirma com amargura outra mãe desconsolada.

 

São exemplos de fracassos na educação afectiva, e poder-se-iam referir muitos mais, de todo o tipo.

 

 

 

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